Preserve a natureza!
O mundo pede socorro!
Plante uma árvore!
Salve o planeta Terra!
O mundo pede socorro!
Plante uma árvore!
Salve o planeta Terra!
Essas foram as frases ditas há algum tempo e que deveriam ser seguidas. Frases que poderiam ter mudado o rumo da história, que poderiam ter salvado o Planeta Terra, se não fossem apenas frases e sim ações. Elas já se tornaram piegas, básicas e mesmo assim o relatório da ONU é assustador. Assustador porque em pouco mais de 20 anos a Terra estará transformada. A temperatura irá subir 4°C, as geleiras começarão a derreter, o nível dos oceanos subirá até 60 cm, fazendo com que as costas continentais e ilhas desapareçam. Em pouco mais de 20 anos as chuvas tropicais se transformarão em violentos ciclones e as estações do ano se resumirão a um tórrido verão.
Muito se fala dos países que não assinaram o tratado de Kyoto, mas é fácil responsabilizar alguém. A culpa não é unilateral. A culpa é dos americanos que fazem questão em não diminuir a emissão de gases poluentes, é dos gregos que não reciclam lixo, dos japoneses que inventaram "bens duráveis" descartáveis, dos brasileiros que devastam a mata nativa visando o lucro da madeira e da agriculura irresponsável. Todos nós somos culpados. O ser humano conseguiu destruir o único lugar que pode viver.

O estrago está feito. Não tem como voltarmos no tempo, arrumarmos as malas e mudarmos de planeta, comprar alguns metros de camada de ozônio e fazer de conta que nada aconteceu. As mudanças que fizermos agora, talvez, só sejam notadas na segunda metade desse século, e mesmo assim é igenuidade pensar que ações isoladas irão fazer a diferença. Essa é uma luta onde todos precisam mudar.

Recentemente os países da União Européia se propuseram a diminuir os gases poluentes em 20% nos próximos 13 anos, podendo esse valor passar para 30% caso os EUA se comprometam a também diminuir seus níveis. O Brasil está criando um Plano Nacional para suavizar o impacto, buscando alternativas de energia, se conscinetizando do perigo.
O ser humano é uma das espécies mais adaptáveis da natureza, mas precisamos pensar que as mudanças climáticas atingem também os seres mais sensíveis. O solo, a vegetação e a nossa rica fauna não resistirão ao aquecimento. É triste pensar que as próximas gerações só entrarão em contato com a natureza através de livros e fotos, e que um urso polar vai ser só uma marca de refrigerante.