
28 outubro 2007

15 outubro 2007
24 setembro 2007

Sim. Eu confesso. Fui eu. Eu comi os 3 últimos chocolates da caixa de bombons finos vindos da Alemanha. E é muito provável que eu tenha comido os 20 primeiros também. E foi por puro prazer.
Chocolate é o meu maior pecado, e meu melhor amigo também. Não só meu, mas acredito que da maioria das mulheres. É um pedaço do céu ao nosso alcance, capaz de acalmar um coração partido, incendiar o início de um relacionamento ou apenas abrir um delicioso sorriso, a qualquer momento. Experimente comer um chocolatinho assim, no meio do dia para ver como tudo volta a estaca zero...os problemas podem não se resolver mas que ficam menos amargos, isso ficam. É tão verdade, que na minha última viagem fui capaz de gastar cerca de R$ 100,00 só em chocolates e derivados, afinal de contas - só se vive uma vez!
Existem inumeras pesquisas que mostram os malefícios e os benefícios do chocolate, se bem que agora não consigo lembrar de nenhuma desvantagem - acho que é isso que chamam de memória seletiva - enfim, oque realmente importa é sabermos que o chocolate reduz os riscos de problemas cardivasculares, melhora a memória, combate o envelhecimento precoce, alivia o estresse e causa muito prazer. Não interessando se tudo isso só será ativado com apenas 30 gramas por dia de chocolate meio amargo, oque interessa é que o chocolate deve fazer parte da nossa dieta se quisermos ser pessoas mais felizes.
O chocolate é tão importante que os cristãos, capitalistas, o incorporaram em uma de suas datas mais importantes. A Páscoa é de longe meu feriado preferido. Ao celebrarmos a vida, banhamos nosso dia com o melhor desse quitute...e o melhor, sem culpa. Quer imponência maior doque essa?
Todos os povos tem influência na história do chocolate. O cacau atravessou o mundo e virou moeda corrente. Hoje, está em todos os lugares, acessível, com preços dos mais variáveis e com gostos dos mais variáveis. Sim. Sou chocólatra assumida. Mais doque isso, sou uma apreciadora dessa iguaria, que mesmo com medo do personagem, casaria com Willy Wonka só por interesse na herança...mesmo porque Johnny Deep conhece os segredos dos chocolates de Vianne Rocher.
Seja lá quem tenha transformado uma semente em prazer, eu certamente daria um beijo na boca de quem inventou o chocolate.
14 setembro 2007
Conectando à mídia...
A internet entrou na minha vida sem que eu percebesse, foi aos poucos, e de repente ela estava lá, 24x7. Assim como toda a tecnologia que cerca o homem, que vem como uma novidade, a solução para algum problema, nem que seja para economizar 5 minutos do nosso precioso tempo. Quando nos damos conta, estamos dependentes. O grande problema não é a dependência em si, mas a velocidade com que as coisas acontecem, nos obrigando a atualizações mensais...algumas vezes semanais. Não sei se consigo acompanhar tudo isso, na verdade acho estranho, uma certa perda de tempo. Se algo vai mudar daqui a pouco, por que tenho que aprender a mexer nesse aqui, agora? Eu gosto de aprender, mexer, dominar, me acostumar e daí sim mudar. Se eu for esperar todo esse processo acontecer, uma era tecnológica me deixará para trás...e olha que eu até sou bem espertinha para a cor do meu cabelo =)
Cada vez que me encontro com meus amigos tem uma novidade acontecendo, ou é um site interessante, um vídeo novo no youtube, a nova música de uma nova banda que eu nem sabia que existia, uma nova forma de baixar o mundo em apenas 17 segundos....Ahhhhhhhh!!!! Devo confessar que as vezes me sinto um peixe fora d´agua, até mesmo com vergonha de não saber sobre oque eles estão falando. Daí, eu me esforço, presto bastante atenção, chego em casa e vasculho tudo no Google...mas na semana seguinte as coisas mudam, eu me perco e volto "pras cavernas".

Vamos concordar que essa fase "Open up your life" também não ajuda muito, é tanta apelação como orkut, myspace, second life, flickr, twitter...eu mal dou conta de manter esse blog atualizado!!!
Mas...e aonde fica todo o resto do meu conhecimento? Me torno uma pessoa menos interessante por não saber qual é a mais nova sensação do momento que irá durar 24 horas? As informações que eu tiro dos jornais, revistas e discussões não valem nada? Eu também quero saber oque eles sabem, mas também quero ter valor se eu não souber.

Acho que o jeito vai ser mesmo eu me aproximar mais dos meus amigos high-tech, passar mais tempo fazendo a lição de casa me atualizando, porque o mundo não vai parar para cultuar os "atrasadinhos".
Obs.: eu juro que tentei, mas não consegui colocar um vídeo do youtube nesse post. Uma hora eu aprendo.
19 junho 2007


“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.”(Salmo 45)
Dificuldades e provações estão presentes na vida de cada um de nós. São superadas com menos sofrimento quando entregamos nossas vidas nas mãos de Deus e enfrentamos os obstáculos confiantes de que Ele está ao nosso lado.
Há seis meses estou na lista de espera por um transplante de coração. Desde criança sofro com problemas cardíacos. Apesar de todas as limitações impostas pela doença, tive uma infância e adolescência felizes e um promissor início da minha vida adulta.
Recebi como presente uma família abençoada, amigos e colegas sempre presentes e dispostos a me ajudar constantemente, nas mais diversas situações.
Embora com todos os tratamentos e cuidados médicos, sempre seguidos, a doença cardíaca evoluiu, e agora, aos 26 anos, dependo do transplante para retornar à minha vida de onde ela parou.
Quando escutei a palavra “transplante” pela primeira vez, meu desespero e angústia foram tamanhos, que eu chorava em todas as consultas médicas. Inúmeras vezes chorei em silêncio, pedindo a Deus que curasse meu coração. A idéia de trocar meu coração era apavorante. Como iria viver com um órgão tão vital que não era meu? E por quanto tempo eu ficaria na fila de espera e em que estado?
Os medos eram enormes, a falta de informação sobre o assunto também, e, admito, questionei minha fé. Entretanto, nos momentos de angústia e dúvidas, recorri à palavra de Deus, e sempre me sentia aliviada e confiante no futuro.
Passei a compreender que Deus é Pai, e Ele quer o melhor para mim, para você, para cada um de nós, pois somos seus filhos e o amor dele está acima de todas as dores e sofrimentos aos quais somos submetidos. Assim como meus pais querem me poupar de qualquer dor, o amor do Pai Eterno é incondicional, e Ele sabe o que é melhor para seus filhos.
Entreguei meu coração a Deus, e em dado momento Ele decidiu que eu e todos ao meu redor estávamos preparados para enfrentar o transplante.
O processo de mudança de cidade (moro em Curitiba) e a bateria de avalizações e exames para o ingresso na fila deram-se de modo relativamente fácil. A equipe que me atende é altamente competente e iluminada. Com a presença de Deus em nossas vidas reunimos todas as pedras que apareceram no caminho e com elas contruímos nosso castelo de proteção.
Não me sinto mais sozinha, desamparada ou descrente.
A doença continuou avançando, e logo após o meu 26º. aniversário fui internada no INCOR, aonde cheguei passando muito mal. A falta de ar e o cansaço eram tão grandes que nem falar eu conseguia mais!
A insuficiência cardíaca é uma doença que maltrata muito o paciente. Tinha fome, mas não conseguia comer porque cansava. Aquilo que eu conseguia ingerir era colocado para fora em seguida. Atividades como banho, pentear o cabelo e escovar os dentes tornaram-se esgotantes maratonas, e não consigo mais executá-las sozinha.
Somente quem tem ou já teve insuficiência cardíaca entende o grau desse cansaço. É algo inexplicável.
O transplante é a cura de minha doença e minha única opção. Estou no hospital desde o dia 26 de abril, e apesar de estar na fila em prioridade, por conta da gravidade do caso, é triste saber que o número de doações de órgãos caiu drasticamente.
A doação de órgãos ocorre somente quando é constatada a morte encefálica, através de uma rigorosa avaliação médica. São necessários empenho e dedicação de inúmeros profissionais, e a doação somente se concretiza mediante a autorização da família do doador.
A recusa familiar acontece em 30% dos casos, número elevado que, aliado aos demais problemas da área de saúde em nosso país, faz com que milhares de pessoas aguardem muito tempo por um órgão e, em muitas ocasiões, venham a falecer.
A possibilidade de um homem comum retirar um órgão de alguém falecido e transplantá-lo em uma pessoa doente, e esse transplante representar a cura e o retorno a uma vida normal, é um milagre de Deus.
O ato de doar órgãos é um ato de amor ao próximo.
Sei que não é fácil dizer “eu sou um doador”, mas sabendo que só a vida Eterna dura para sempre devemos pedir coragem ao Pai, e juntos conseguiremos vencer o que humanamente parece ser impossível. Qualquer um de nós pode vir a precisar de um transplante de órgão, até mesmo você!
Pai, peço-te que sensibilizes o coração de cada ser humano, para que não seja apegado ao corpo material. Sobretudo porque pode ajudar na sobrevivência do irmão que se encontra ao lado.
ANA CAROLINA MOREIRA ZARPELLON
13 abril 2007

07 março 2007
O mundo pede socorro!
Plante uma árvore!
Salve o planeta Terra!


01 março 2007


02 fevereiro 2007
Hoje e por um bom tempo estarei de luto. Minha inimiga número 1 passou e levou meu tio. Se bem que é melhor acreditar na explicação dada aos meus priminhos: " Papai do céu precisava de alguém para tirar sarro do pessoal lá de cima.".
Durante esse período pude refletir sobre o tempo e o domínio da morte em nossas vidas. É preciso viver, arriscar, sentir...fazer! Como e quando? Isso é consequência e não empecilho. Nesse momento a frase que mais faz sentido é a de John Lennon : " A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro."27 dezembro 2006
Oque aconteceu com 2006?
Passou o Natal. A loucura das compras agora vira a guerra da troca dos presentes ao nosso gosto. Depois de tudo chega a hora de lavar a louça de 2006 e arrumar a casa para 2007, fazer o balanço e as provisões, e é nessa hora que eu me perco. Esse ano foi estranho, não foi bom nem ruim, foi simplesmente diferente. Um ano em que minha vida entrou em inércia, estagnou de uma maneira que me assustou. Imaginei que isso pudesse acontecer aos 80 anos quem sabe, mas não agora.
Comecei a fazer uma lista das coisas boas e ruins que aconteceram esse ano e eu não fiquei feliz em ler, mas também não fiquei totalmente triste, olha só um pedaçinho:
- Apesar do dilúvio minha formatura foi maravilhosa
- Completei o 3º grau mas nunca trabalhei na minha área
- O destino me afastou dos novos amigos mas me trouxe de volta aos velhos
- Minha vó morreu mas minha mãe venceu mais um ano
- Meu irmão foi embora mas logo voltou
- Minha irmã voltou mas logo foi embora
- Chorei mas dormi tranquila
- Não perdi mas também não ganhei
Isso foi só um pouco doque aconteceu na minha vida, faltam os acontecimentos do coletivo, que são como curingas e entram no saldo de toda a sociedade...nos preocupamos tanto com o sobrepeso e as bolhas do Ronaldinho que esquecemos de demitir o chefe da nação. Perdemos a vergonha na cara, banalisamos o crime, perdemos um símbolo nacional da aviação, absolvemos bandidos, reelegemos caçados e elegemos palhaços...
Porém ganhamos o Mundial Masculino de Vôlei, o povo tomou conta da Câmara dos Deputados, as pedras rolaram em Copacabana, a Polícia Federal se esforçou, o país continuou tropical e bonito por natureza.
Peço desculpas se pareço rancorosa, mas essa é minha maneira de me despedir de um período que não foi branco nem preto, foi cinza. Acho que não vai ser difícil 2007 superar seu antecessor. Não quero fazer planos, os sonhos continuam os mesmos e crescendo, eu só espero que no ano que está por vir a inércia e a estagnação acabem e eu consiga engatar a 1ª.
17 dezembro 2006










